É uma tarefa discreta, mas fundamental ao conforto, beleza, dignidade e asseio dos templos e das celebrações.
Nós encontramo-nos melhor e mais convidados a partilhar o gozo da fé se a primeira impressão que recebemos, quando entramos numa igreja, for a de uma "casa" da comunidade que está realmente cuidada e valorizada.
A primeira exigência é a de uma igreja limpa e ordenada. Que não haja sujidade, que os bancos estejam alinhados, que não haja trastes acumulados em algum recanto, que não haja imagens de santos colocadas de qualquer maneira, que as plantas e as flores não estejam murchas... Tem-se que notar que há pessoas que se preocupam por aquela igreja, que a sentem sua, que não querem para ela o que não quereriam para a sua casa...
Na igreja tem de se estar bem. Isto é, tem de se poder estar de tal maneira que as condições materiais não distraiam, mas facilitem aquilo que vamos fazer ali.
Há um grupo alargado de mulheres que ao longo do ano zelam pela limpeza e pelo enfeitar da Igreja de S. Pedro e de Vila Nova, pela manutenção das alfaias litúrgicas, pelo abrir e fechar portas dos templos, etc.
Na Igreja de Vila Nova, tal serviço está confiado a Mordomas, a homens e mulheres que, ou por nomeação anual, ou por dedicação de longa data o fazem com assiduidade.
Na Igreja de S. Pedro, as tarefas estão distribuídas. Há pessoas encarregadas da limpeza semanal, à terça-feira. Grupos para enfeitar que se revezam mensalmente. Uma pessoa responsável pela preparação de tudo o que é necessário para as diversas celebrações diárias. Outra responsável pela limpeza de panos: corporais, sanguíneos e manustérgios. Há ainda quem abre a Igreja, habitualmente ao meio dia, sobretudo nos dias de celebração.
Deste trabalho generoso, voluntário e gratuito advém muita da beleza dos espaços e dos momentos celebrativos que ocorrem na paróquia.
