Arciprestado de Oliveira do Bairro estuda Plano Pastoral

'Ai de mim se não evangelizar' é o lema que nos motiva. É uma afirmação de S. Paulo que também nós assumimos. Advém do Mandamento do Amor e faz do anúncio do Evangelho um imperativo de todos os dias. O Amor é um bem Maior.

A expressão traduz a atitude de quem descobriu Jesus Cristo e os seus valores, e face a Ele não vislumbra outra consequência que não: 'ai de mim se não anunciar o Evangelho' da Caridade e da Esperança.
A partir do próximo dia 8 de Dezembro e até 22 de Novembro de 2009, o Arciprestado, os cristãos e as suas comunidades, 'enxertados em Cristo, unidos na Caridade', estão dispostos a alcançar metas ousadas: No âmbito da Pastoral sócio-caritativa queremos constituir e/ou dinamizar os serviços da Acção Pastoral: Cáritas, Conferências Vicentinas, Visitadores de Doentes e Idosos e Ministros Extraordinários da Comunhão.

No âmbito da Educação/Formação Cristã: dinamizar a Escola Arciprestal de Formação para Agentes de Pastoral, já a funcionar no arciprestado.
No âmbito das Estruturas Pastorais e Administrativas: dinamizar os Conselhos Económicos, as comissões de Culto das Capelas e constituir os Conselhos Pastorais.
No âmbito da dinamização Vocacional: Promoção vocacional com os encontros Vocação e Vocações. +.
Neste encontro todas as paróquias foram partilhando o que mais as preocupa. Foi dito: Situações de pobreza; a grande mobilidade das pessoas; a droga; a habitação degradada que não promove a dignidade e condições de vida das pessoas, dificuldades várias na gestão de recursos financeiros, que por vezes levam a situações de mais pobreza; o endividamento de famílias e alcoolismo; dificuldades dos pais em promover a educação dos filhos e desagregação familiar. Solidão dos Idosos e doentes; Violência doméstica.
Foram também referidas algumas respostas que já estão a ser dadas: os Ministros Extraordinários da Comunhão, são presença da Igreja junto dos irmãos doentes; as Instituições Particulares de Solidariedade Social e todo o trabalho que desenvolvem; a Cáritas; algumas respostas da sociedade civil embora nem sempre devidamente coordenadas;
O que se pode fazer mais e melhor: Incrementar o âmbito e composição dos grupos Cáritas; promover voluntariado, o acolhimento e os visitadores dos doentes; sensibilizar a comunidade para as novas formas de pobreza; de forma repetida foi dito que é necessária uma renovação: mais gente e comprometer os mais novos nos grupos de acção sócio-caritativa;

Que futuro para o arciprestado, face ao exposto? Propomo-nos criar uma Equipa Arciprestal de Pastoral Geral e Equipas Arciprestais Sectoriais, nomeadamente a de Acção Social e de Pastoral de Saúde. Equipas que podem e devem integrar mesmo os que não são 'de missa'.